Foi o que Helô pensou ao conversar com seu ex-namorado, Alex, no telefone, enquanto marcavam de sair.
Ele pensava no quanto a jovem havia mudado, mas que estava mais fantástica que antes. Seu jeito iluminava a alma do rapaz. Ele pensou: “Helô é tão forte, ela está feliz, enquanto eu nem sei se estou feliz”.
As palavras de Helô irradiavam o coração do rapaz.
Mas por outro lado, Helô não sentia e não queria sentir nada por ele. Ela desejava fazê-lo sofrer. Ou pelo menos, que reconhecesse que amava muito ela.
Ela realmente estava bem, a vida de solteira fez muito bem a ela. A luz interior dela se espalhava fácil. Ela tinha uma autoconfiança única.
Sabia que podia ter o cara que quisesse. Mas será que ela queria Alex?
Seis meses longe fizeram muita diferença. A ultima vez que haviam se visto fora no enterro do avô dela, que era muito querido por Alex.
Não tinha certeza se deveria sair com ele, mas no fundo ela queria.
E no dia marcado, lá estava ela, linda, de batinha rosa, legging e rasteirinha, cabelos presos. Um ar de confiança.
Ele, encantador, de jeans e com a camiseta do dia em que se conheceram.
Quando se viram, nada passou pela cabeça dos dois.
Um grande e apaixonado beijo aconteceu.
E não havia dor, magoa ou Joice que os separasse daquele amor.